Tensão entre as equipes da F1 se acalma após reunião em Londres
sexta-feira, 2 de maio de 2014 às 9:31
Fórmula 1
Uma reunião em Londres na quinta-feira ajudou a acalmar a ameaça de uma colisão frontal entre as equipes grandes e pequenas da Fórmula 1, de acordo com relatos.
Junto com Bernie Ecclestone e Jean Todt, os chefes das 11 equipes se reuniram nas instalações de Ecclestone no aeroporto Biggin Hill.
A reunião foi convocada depois que as seis equipes mais poderosas – Ferrari, Mercedes, Red Bull, McLaren, Lotus e Williams – vetaram os planos de Todt de introduzir um teto orçamentário obrigatório a partir de 2015.
As competidoras restantes – Sauber, Force India, Marussia e Caterham – reagiram com irritação, escrevendo uma carta para Todt na qual alegavam que o veto do Grupo de Estratégia poderia estar violando as leis de competição da Europa.
De fato, a Comissão Europeia posteriormente confirmou que está “monitorando” a situação. As equipes grandes responderam à crise propondo várias medidas de corte de custos para os regulamentos técnico e esportivo.
Fontes da mídia internacional disseram que as propostas incluem a extensão dos toques de recolher no paddock, o banimento dos cobertores de pneus e medidas como componentes padronizados, suspensão ativa homologada pela FIA e rodas aro 18 a partir de 2016 e 2017.
A agência de notícias alemã DPA relatou que, após a reunião de quinta, uma “solução” para o controverso problema do corte de custos urgente agora “parece mais aberta”. O relato afirmou que as equipes pequenas pretendem responder às propostas “dentro das próximas duas semanas”.
O jornal Times de Londres concordou que a ameaça de uma investigação europeia acalmou a crise entre as equipes pequenas e suas rivais poderosas.
“Fontes internas alegam que Todt e as equipes ficaram alarmados com o interesse da União Europeia e foram forçados a encontrar uma solução rápida”, escreveu o correspondente Kevin Eason. Ele acrescentou que o presidente da FIA “prometeu resolver as queixas sérias sobre os custos e reviver uma investigação sobre a possibilidade de um teto orçamentário”.
“Ninguém quer ouvir que a União Europeia está ficando interessada”, afirmou uma fonte. “Existe a percepção de que precisamos igualar as condições e controlar os custos rapidamente”.
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