F1 – Williams defende a política Senna / Bottas em 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012 às 15:34
Bruno Senna - Williams F1 2012
A Williams defendeu sua decisão de sacrificar 15 treinos livres de Bruno dando o carro a Valtteri Bottas em 2012, depois de promover o finlandês ao lugar de Senna como titular da próxima temporada.
Senna sabia desde o início que ele teria que entregar seu carro para Bottas na maioria dos primeiros treinos de sexta-feira, mas regularmente argumentou que a perda de tempo de pista estava prejudicando sua forma.
O brasileiro muitas vezes teve dificuldade nas classificações e não teve seu contrato renovado para 2013. O companheiro de equipe, Pastor Maldonado, em contraste andou em todas as sessões.
Mas o chefe de operações da Williams, o engenheiro Mark Gillan, tem certeza que fazer Bottas andar na maioria das sextas-feiras foi benéfico para a equipe.
Perguntado se esta política teria dificultado muito a vida de Senna nas classificações, Gillan respondeu: “É uma boa pergunta e vamos olhar isso em profundidade.”
“Foi um ato de equilíbrio. Era algo que todos nós sabíamos desde o início da temporada. Fizemos o nosso melhor para minimizar este problema e também para aprender com Valtteri.”
“Cada piloto tem um feedback diferente. Bruno é diferente de Pastor, Valtteri é muito diferente de Bruno e Pastor, e nós aprendemos muito com isso.”
“Valtteri se beneficiou tremendamente com isto. E nós aprendemos muito com o terceiro piloto também.”
Gillan argumentou que o tempo de pista de Bottas também foi benéfico para o desenvolvimento de Williams, uma vez que facilitou a comparação entre o simulador e o FW34.
“Como Valtteri passou muito tempo no simulador, foi importante ele ter tempo de pista para que o nosso pacote de simulação virtual pudesse ser desenvolvido mais rapidamente”, acrescentou Gillan.
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