F1 – Red Bull critica novas regras de motor; Mercedes elogia
sexta-feira, 13 de maio de 2016 às 14:19
Christian Horner
Chefe da Red Bull, Christian Horner acredita que os novos regulamentos de motor para 2017 na Fórmula 1 não são “nada assombrosos” e “muito fracos”. Após meses de negociações, foi alcançado um acordo no custo, fornecimento, convergência de desempenho e ruído das unidades de potência.
Há um compromisso de se reduzir os preços de motor em 1 milhão de euros no próximo ano e mais 3 milhões a partir de 2018, enquanto as fabricantes chegaram a acordo sobre a obrigação de fornecimento, para garantir que nenhuma equipe seja deixada sem um motor. Movimentos como a remoção das fichas de desenvolvimento foram feitos em uma tentativa de diminuir a diferença entre as fabricantes, enquanto que haverá também um dispositivo instalado para aumentar o som do motor.
Vice-chefe da Force India, Bob Fernley preferiu não se manifestar quando questionado sobre os regulamentos, mas Horner respondeu por ele. “Acho que o Bob estava tentando dizer que é algo que não é nada assombroso”, disse ele. “É um acordo muito macio entre as fabricantes e a FIA”.
“Faz cócegas no preço, lida um pouco com a convergência… a obrigação de oferta não se aplica realmente. É um acordo muito fraco. Infelizmente, é uma pena que mais não possa ter sido feito, mas eu acho que se você olhar para o lado positivo, é melhor do que nada”, completou Horner.
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, respondeu: “Eu só quero digerir o que eu ouvi. Conseguimos uma redução importante de preços nestes dois anos, abrimos a chance de desenvolvimento para os outros se recuperarem. Nós projetamos uma obrigação de fornecimento, de modo que nenhuma equipe vai ficar sem um contrato de motor”.
“Encontramos um mecanismo para a forma como a convergência desempenho pode ser acionada. Há muitas coisas boas, muitos meses de trabalho duro, é um bom passo em frente”, acredita ele.
Diretor da Renault, Cyril Abiteboul disse que é “um alívio” que um consenso tenha sido encontrado. “É um acordo, por isso estamos satisfeitos”, afirmou ele. “Estabilidade é importante. Nós concordamos com a redução de preço para os clientes e há também um alvo claro a convergir, o que todos nós acreditamos que é importante para a F1. Temos metas claras. É bom, é um alívio e podemos fazer planos para o futuro, como sabemos agora”.
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