F1 – Os motores a combustão têm “um longo futuro”
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020 às 7:55
Remi Taffin
Remi Taffin, chefe de motores da Renault, pensa que este ano não haverá “mudanças maciças” no grid, uma vez que a regra mudará bastante para 2021. “Não estou revelando um grande segredo quando digo que 50% dos nossos recursos já estão destinados a 2021”, admitiu à revista alemã Auto Motor und Sport.
Mas a Fórmula 1 está olhando mesmo para além de 2021, com o chefe técnico do esporte, Pat Symonds, revelando recentemente que os motores de dois tempos poderiam fazer a sua estréia em 2025.
Taffin parece concordar que, embora a tendência da indústria automobilística tenha sido para a energia elétrica, o motor de combustão interna também tem um forte futuro.
“Muitas pessoas estão falando do motor de combustão indo para a cova, mas acho que ele tem um longo futuro”, disse ele. “Olhem para o nosso motor atual. Fazemos um trabalho muito bom de queimar o combustível da forma mais eficiente possível”.
“O problema é que nós comercializamos o que conseguimos muito mal. Mas os motores não só são tão eficientes por causa da parte híbrida. O motor de combustão também fornece uma grande parte disso, e nós devemos tornar isso mais claro”, prosseguiu.
“A questão para o futuro será se devemos aumentar a parte híbrida ou se preferimos optar por combustíveis amigos do ambiente”, acrescentou Taffin.
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