DTM – Toto Wolff pede que critérios de punições sejam revistos
quarta-feira, 6 de agosto de 2014 às 17:08
Robert Wickens e Timo Glock
Toto Wolff pediu que as decisões dos comissários da DTM fossem “nos melhores interesses do esporte e de uma corrida emocionante”, numa carta aberta aos chefes da categoria.
O chefe esportivo da Mercedes publicou a carta na quarta-feira, após a corrida de DTM de domingo passado, que viu o líder da corrida Robert Wickens perder qualquer chance de vitória, graças a um drive-through um pouco confuso por liberação insegura.
Ainda não ficou claro se a punição era para Wickens, ou se os comissários confundiram o carro do canadense com o Mercedes de Pascal Wehrlein, que fez contato com o BMW do vencedor da corrida Marco Wittmann durante as paradas.
Na carta Wolff argumentou que a liberação de Wickens não foi insegura, e que o interesse do esporte e da corrida deveria ser levado em conta pelos comissários na tomada de decisões nas punições.
“Continuamos convencidos de que a decisão foi equivocada em princípio, em especial sobre a leitura atenta da definição precisa do que constitui uma liberação insegura”, escreveu Wolff.
“Nós consideramos o caso de Pascal Wehrlein como um exemplo mais claro de ‘liberação insegura’. A decisão inicial era não fazer nada, mas ele foi penalizado após a corrida. Não só foi a consistência da decisão tomada questionável, mas também a severidade da punição”.
“Em caso de dúvida, as decisões devem ser feitas no espírito do esporte e do interesse de uma corrida emocionante”.
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